Para executivos que querem o top 1% de utilização de IA.
Você já passou dos chatbots e dos cursos. O passo seguinte não é adotar mais uma ferramenta, e sim construir e operar um sistema agêntico próprio, modelado sobre a forma como você pensa, decide e produz.
Há uma distância entre entender IA e operá-la. O topo do mercado ainda vende a primeira.
O curso executivo entrega vocabulário e um certificado: você passa a discutir IA sem nada que funcione. O especialista fracionário entrega resultado e retém o ofício: a capacidade continua sendo dele. Nenhum dos dois muda o que você faz sozinho na segunda de manhã.
November24 parte de outra premissa: a competência que importa não é falar sobre sistemas, é construí-los e mantê-los. Você sai operando o seu, e sabendo remontá-lo.
Seleção.
Você submete a candidatura. Havendo fit, conversamos: como você trabalha, que modelos e ferramentas fazem sentido, e onde um sistema próprio devolveria mais tempo e controle. Dessa conversa sai o desenho do programa.
Construção.
Sessões de contraturno, ao vivo. Construímos o sistema até profundidade de produção, não protótipo. Suas mãos no teclado, com trabalho entre as sessões. É onde a experimentação de fato acontece.
Transferência.
O objetivo não é um sistema rodando, é a competência de construí-los. Ao final, você estende o seu e projeta o próximo sem mim.
Ficam duas coisas: o sistema em produção e o documento que o define: as suas regras, os seus critérios, a lógica que você impõe à máquina. É a especificação de como a sua cabeça opera, escrita para ser executada.
Não é um certificado de frequência. É a prova de que você constrói, e o material com que continua construindo.
São poucas por uma razão prática: cada construção é conduzida ao vivo, individualmente. A escassez é o limite real de atenção séria, não uma tática de venda. Quando a turma fecha, você entra na próxima.
Submeter candidatura